Sobre a Curva

Capítulo 1.
A Curva na Arquitetura

O pequeno segredo
na arquitetura antiga

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    O Pártenon (Grécia)
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    Taj Mahal (Índia)
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    Moo-ryang-su-Jeaon (Santuário coreano)

Quando pensa no magnífico Pártenon, qual é a primeira coisa que lhe ocorre? Provavelmente as majestosas filas de colunas verticais, todas numa linha reta. Mas existe um segredo oculto nestas linhas que a observação casual não revela. Na verdade, estas filas de colunas retas não são retas. São ligeiramente curvas. Mas por que razão os arquitetos gregos conceberam o Pártenon desta forma? Que segredo sabiam que nós não sabemos? Estavam cientes de um fenómeno ótico denominado distorção de barril que é causado pela curva natural dos nossos olhos e faz com que superfícies planas pareçam, na verdade, curvas. Por isso, quando criaram esta incrível obra de arte, construíram-na ligeiramente curva e elevada no centro para parecer reta aos nossos olhos. O Taj Mahal é outra maravilha arquitetónica com este segredo oculto. As suas quatro torres estão ligeiramente inclinadas para fora em 5 graus, no entanto, parecem perfeitamente retas. Estas duas tornaram-se símbolos de graça, equilíbrio e simetria e são um dos muitos exemplos de como os grandes designers ocidentais e orientais desenhavam para os nossos olhos naturalmente curvos.

Capítulo 2.
A Curva na Biologia

Por que os
olhos exigem uma curva

Sabia que existe uma experiência de visualização melhor do que aquela que o seu televisor de ecrã plano lhe proporciona? Com um televisor curvo, pode ver muito mais, com um efeito envolvente muito superior. E a razão está relacionada com a estrutura biológica dos nossos olhos. Existem dois tipos de fotorreceptores muito sofisticados nas nossas retinas denominados bastonetes e cones. Os nossos cones proporcionam a glória da cor e são responsáveis pelo nosso campo de visão central, cerca de 30 graus, enquanto os bastonetes detetam o movimento e são responsáveis pelo nosso campo de visão além destes 30 graus, conhecidos como a nossa visão periférica.

Os ecrãs curvos proporcionam um campo de visão muito mais amplo do que 30 graus, estimulando os bastonetes nos nossos olhos para nos proporcionar um sentido superior de envolvência e ativando os nossos sentidos para reconhecer panorâmicas incríveis apenas rivalizadas pelas paisagens naturais da nossa natureza. É por esta razão que os ecrãs curvos proporcionam a derradeira experiência de visualização.

Capítulo 3.
A Curva no Cinema

O primeiro ecrã curvo

Sabe onde surgiu o primeiro ecrã curvo do mundo? Foi num cinema em Nova Iorque em 1952 e foi concebido pela indústria do cinema utilizando um processo novo que envolvia materiais de ecrã especialmente concebidos. Por outras palavras, mesmo há 60 anos, os designers e os produtores compreendem o valor envolvente do ecrã curvo.

Sabiam que a experiência de visualização era verdadeiramente premium, muito além do que um ecrã plano consegue proporcionar. E durante anos, foi a experiência de entretenimento premium pela qual pagámos bom dinheiro precisamente porque não era possível ter em casa. Até a Samsung apresentar o primeiro televisor UHD curvo do mundo.

Esquema da instalação no cinema

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